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  PERDÃO E VIDA

PERDÃO E VIDA

Perdão e vida

“...E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te e não peques mais.”(João 8:11)

Nestas palavras de Jesus, ditas aquela mulher flagrada em ato de adultério, encontramos a própria essência do Evangelho.

De um lado revela-se a misericórdia e bondade de Deus, que perdoa nossos pecados, removendo a culpa e condenação que pesam sobre nós, e reconcilia-nos consigo mesmo. Provavelmente aquela mulher já havia escutado muitas palavras duras e humilhantes em sua vida. Porém, Jesus trouxe ao seu coração uma nova experiência, que certamente a encheu de paz e alegria, dizendo-lhe: nem eu te condeno. Seguramente estas são as mais doces e nobres palavras que o ouvido humano pode ouvir. E, se você já as ouviu da parte de Deus, você sabe que isto é verdade.

De outro lado revela-se aquilo que Deus espera de nós. A ordem de Cristo à mulher é tremendamente reveladora. Deus espera que após um encontro com Cristo exista uma mudança em nossas atitudes e estilo de vida. Suas palavras: vai-te e não peques mais, exigem uma resposta adequada de nossa parte. Elas nos chamam ao repúdio a todo pecado, que deve ser confessado e abandonado, e a adoção de um novo procedimento, vivendo em amor, santidade, justiça e contrição. Suas palavras recordam-nos que Deus exige de nós um viver que glorifique e exalte o seu Nome.

Como dois lados da moeda, estes aspectos completam-se mutuamente. Onde há um, tem de existir o outro. Assim, onde houver genuíno perdão, necessariamente deverá existir completa transformação de vida. Portanto, nunca nos esqueçamos que, tendo sido perdoados por Cristo, devemos diariamente resistir ao pecado que nos embaraça, construindo uma nova vida que exalte ao Senhor, que nos salvou.

Do seu amigo, pr. Reynaldo.

 

Pensamento: “Os crentes precisam ser colunas de fogo, guiados por Deus, para orientarem uma geração desorientada” (Leonard Ravenhill).

 

Versículo para memorização: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Provérbios 4.18).





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